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“Faça. Publique. Lucre”. Eis a receita do eefoof. “Seja visto. Seja pago” é o lema do Lulu TV. Com essa nova fórmula eles pretendem rivalizar com o YouTube.
Vai ser difícil, ainda mais agora que o YouTube pertence ao Google. Assim mesmo, os criadores da novidade estão animados.
A forma de pagamento do eefoof depende da audiência dos vídeos que são publicados lá. É preciso gerar mais de US$ 25 de lucro em anúncios para começar a receber uma porcentagem do faturamento. Quanto mais visitantes, mais propaganda e mais dinheiro.
A meta do Lulu TV é mais complexa. Além de remunerar seus usuários, o site os quer como sócios. Pagando US$ 14,95 mensais, o autor dos vídeos ganha o status de “pro”. Cerca de 80% do total arrecadado por meio desse plano é depositado em um fundo especial que será dividido entre os “pro” já cadastrados.
Bob Young, executivo do Lulu, diz que esse modelo de negócio é praticado pelas emissoras de televisão - elas compram conteúdo de produtores e o sucesso de cada um depende de seu Ibope.
“Na TV, esse modelo é problemático, mas na internet existe um número ilimitado de canais. Não há razão para não termos vários programas parecidos. O mercado é muito vasto”, disse Young ao News.com.
Segundo Jon Gibs, da consultoria Nielsen/NetRatings, a idéia pode pode dar certo.
“Se funcionar, o eefoof e o Lulu poderão lucrar com os anúncios e depois mudar para um modelo baseado em assinaturas”, acha o analista.
Gibs diz ainda que a predominância de usuários pagantes diminui o número de vídeos inúteis ou de baixa qualidade.
