Compartilhe este artigo:
Numa altura em beta já pouco ou nada quer dizer em termos práticos mas sempre é uma forma de afirmar o “startapianismo” dos projectos e desculpar esta ou aquela azelhice, o Picnik põe tudo em cima da mesa e anuncia que já não é um desses tais projectos em estado de graça…perdão…beta. Este editor online de fotografia que apresenta funcionalidades bem interessantes, anunciou também, que além da utilização gratuita do serviço, passou agora a existir um formato de subscrição paga (24.95 USD/ano) que oferece ainda mais funcionalidades.
Os subscritores desta modalidade do serviço terão acesso a:
- Suporte Photobucket
- Pincel de efeitos
- Novos efeitos como pixelate e inversão de cores
- Adição de formas, símbolos e balões de diálogo
- Ferramentas rápidas de retoque
- Novas molduras (frames)
Não é que 25 dólares por ano seja muito e da maneira que isto vai, qualquer dia não é mesmo nada, mas, eu tenho a forte impressão que me ficarei pelo serviço gratuito. Isto, por duas razões essenciais:
1. As ferramentas disponibilizadas na versão gratuita são boas o suficiente para o tratamento fotográfico regular. Fui até surpreendido pela inclusão de efeitos de Lomografia, Holga(nices) e infra-vermelhos numa ferramenta que se quer utilizada pelo maior número de pessoas quanto possível. Os efeitos e controlos são na sua generalidade muito bem equilibrados (para uma aplicação online) e apesar de não permitirem grandes malabarismos técnicos chegam e sobram.
2. A adição de valor que se consegue através da subscrição do serviço pago é, se não nula, muito baixa.
Resumindo, o Picnik é sem dúvida um serviço aconselhado para a edição online de fotografia mas a versão paga é um tiro ao lado.
Boas fotos!